quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Edifício Galeria das Artes


Durante a administração de Armando de Arruda Pereira, mais precisamente no ano de 1953, os proprietários de um terreno com frente para a rua 7 de abril e Braulio Gomes, vizinhos da Galeria Ipê, contrataram a Construtora Serson Ltda para instalar ali uma nova galeria.
O projeto do engenheiro Saul Renato Serson, contava com uma galeria lineares piso único, com pé direito de quatro metros e meio. Ao longo dela estariam distribuídas trinta e sete salas divididas proporcionalmente pelo comprimento do terreno, ficando apenas as lojas das extremidades sujeitas a pequenas variações de tamanho ocasionadas pela oscilação na inclinação do lote com área pública. Na parte central da galeria, Serson posicionou o bloco de sanitários feminino e masculino, ventilados e iluminados por um átrio. O memorial tratava o projeto como uma simples “reforma a ser executada em prédio sito na zona central, com frente para as duas ruas, bastante velho, com aproximadamente 35 anos de uso”. Apesar do esforço da construtora e dos investidores em classificar a obra como uma reforma, a arquitetura simples e bastante modesta desse primeiro projeto não foi aceita pelos órgãos municipais que exigiram o cumprimento do ato 1.366 de 1938 (que regula o gabarito dos edifícios nas ruas centrais), resultando no arquivamento do processo em 1954, a pedido do vice-prefeito em exercício Porphyrio da Paz.
A atitude da Administração Municipal frente a construção de uma galeria térrea sugere que internamente o poder municipal pretendia exercer um controle sobre as construções no Centro Novo. É preciso lembrar que esses anos foram de singular importância para São Paulo e para a nova área central em processo de afirmação. Aliada ao desejo dos investidores, a Prefeitura atua, através de seu quadro de profissionais responsáveis pela aprovação e correção dos projetos, priorizando o adensamento e a verticalização da área central, ainda que até certo ponto controlados pela legislação em vigor.
Em 1956, um novo projeto foi encaminhado para aprovação, agora de um edifício composto por uma torre com cinquenta e três escritórios e quinze lojas na galeria térrea. Para erguer um edifício de tal porte, a família Mello freire se associou a outros investidores, incluindo o proprietário da Sociedade Comercial Construtora S/A, empresa responsável pela construção do novo projeto.
O desenho cuidadoso da galeria e do edifício como um todo, assinado por João Serpa Albuquerque, atendia as exigências do mercado imobiliário para a região e da “boa” arquitetura corrente. O edifício foi organizado em dois blocos, solução recorrente para os casos de terrenos estreitos e com exigências de um alto índice de aproveitamento do solo, como é o caso da maioria desses edifícios.

Bibliografia: Aleixo, Cynthia Augusta Poleto – Edifícios e Galerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 –Tese de mestrado Escola de Engenharia de São Carlos.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Projeto de rua a rua na Galeria Ipê

Galeria Ipê / 7 de abril

Antes da autorização definitiva para a construção do edifício, o diretor responsável pela secretaria de Obras, atendendo ao pedido do diretor da “Urbi”, solicitou que o plano de ligação de toda a galeria, de rua a rua fosse apresentado.
Nele deveria constar o projeto dos térreos dos dois edifícios, com todas as alterações necessárias e o acordo de conservação da servidão para que a galeria fosse aprovada, “ou pelo menos, medidas que garantam a função principal da mesma, que no caso seria a ligação das ruas 7 de abril e Braulio Gomes, mediante um termo de escritura pública em que fique estabelecido que no caso da rescisão prevista (...) serão canceladas as licenças para as lojas e exigida a modificação de acordo com os dispositivos da legislação vigente (...)”
É iteressante notar a atuação da Administração Pública em casos como este, de relevância para o comércio local, mas não previsto em lei. O departamento de Urbanismo, que contava com figuras atuantes nas discussões sobre o desenvolvimento da cidade, preocupado em manter público o uso dessas artérias entre as quadras, propõe que primeiro se faça um acordo entre as partes envolvidas garantindo a realização do projeto e a sua abertura para a cidade, antes que este fosse aprovado. Esta foi a forma encontrada pela municipalidade para preservar a ideia inicial das galerias comerciais como espaços de uso e circulação contínua de pessoas.
Em resposta a essa exigência, Plínio Croce e Aflalo desenvolvem um estudo completo para a galeria, prevendo a reforma do Instituto da Previdência e a nova sugestão para o edifício em processo de aprovação. Poucas mudanças foram feitas no porjeto já desenvolvido, apenas o café foi retirado da área do edifício novo e recolocado no térreo do Instituto, além da construção de mais sete salas. Os acessos às torres de escritórios continuaram independentes, bem como as áreas de sanitários e apoios. A galeria, livre de obstáculos e contínua entre as duas quadras, tornou-se maus uma artéria de distribuição do comércio e do fluxo dos pedestres pelo Centro Novo. No final do mesmo ano o habite-se foi expedido e a galeria pode ser inaugurada.

Bibliografia: Aleixo, Cynthia Augusta Poleto – Edifícios e Galerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 – Tese de Mestrado – Escola de Engenharia de São Carlos.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Reestruturando A Galeria Ipê


Os arquitetos optaram por manter o porjeto original dos andares de escritórios, com a mesma estrutura de circulação horizontal e vertical, a mesma distribuição das salas e as aberturas para iluminação e ventilação. Propuseram apenas, alterações no térreo, com a eliminação do jardim ao fundo que se tornou parte da galeria comercial e, portanto, recebeu uma laje de cobertura.
O prédio da Previdência, por sua vez, uma construção com traços rígidos e até certo ponto austeros, sofreria alterações apenas no piso térreo, para possibilitar a conexão entre a Praça da Biblioteca Mário de Andrade e o miolo do centro novo. A reforma no Instituto não estava sob a responsabilidade, até então, dos arquitetos envolvidos na produção do edifício à 7 de abril, tanto que não aparecia como parte constituinte das pranchas e documentos produzidos pelo escritório. Havia apenas a menção ao ponto de ligação entre os dois edifícios indicado em planta pela presença de uma porta pantográfica. Essa relação, marcada pela existência de uma porta controladora foi interpretada pelos pareceristas como um elemento de restrição ao princípio de livre circular na galeria e por isso, uma das exigências para a aprovação da tipologia foi a sua retirada.
Reestruturado, o projeto foi novamente submetido à aprovação da Administração Municipal recebendo do diretor do Departamento de Arquitetura, Alfredo Giglio, parecer favorável: “alem da lesgislação em vigor não proibir tal disposição, as diversas lojas são de caráter luxuoso, compatível com o comércio do local, o valor do terreno e, principalmente considerando a existência, na cidade dos diversos casos análogos, o que vem comprovar a sua conveniência e necessidade”.
Heitor A. Eiras Garcia, chefe de divisão, retificou o parecer anterior, acrescentando que “ no novo Código de Obras será prevista galeria, através de edifícios, com a largura mínima de 4 metros. A projetada, de que trata o presente processo tem a largura de 3,15metros e uma extensão aproximada de 43,00metros (...) Ao que parece, no ante-projeto do Código de Obras, a largura da galeria deverá observar um vigésimo do seu comprimento. No caso, teríamos 43/20=2,15”.
Mas antes da autorização definitiva para a construção do edifício, o diretor responsável pela Secretaria de Obras, atendendo ao pedido do diretor da “Urbi”, solicitou que o plano de ligação de toda a galeria, de rua a rua fosse apresentado.
Bibliografia: Aleixo, Cynthia Augusta Poleto – Edificio e Galerias Comerciais Arquitetura e Comercio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 – Tese de mestrado – escola de Engenharia de São Carlos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Galeria Ipê por dentro do projeto


 Galeria Ipê.
No térreo, a presença de vigas de transição, previstas em projeto, amplia os vão entre as linhas de pilares, aumentando os espaços para as lojas. Os jardins internos e as claraboias, dois recursos empregados pelo arquiteto solucionaram as questões referentes à ventilação e iluminação das lojas e sanitários do piso térreo.
A circulação entre os andares foi estabelecida pela localização em uma mesma faixa, da caixa de elevadores e da escada. Em cada andar, um corredor de circulação, desenhado entre a face lateral do prédio e as salas, organiza a distribuição da planta.
O recurso dos pátios de iluminação aparece em várias obras de Plínio Croce como no edifício residencial Biaçá, projeto desenvolvido junto com Roberto Aflalo em 1953 para um investidor imobiliário. No caso do Edifício Ipê, os pátios seriam vedados com elementos vazados, outro elemento característico da arquitetura moderna. Oscar Niemeyer, Afonso Reidy, Francisco Bolonha. Eduardo Corona, Plínio Croce empregaram os combogós de diversas formas: dividindo ambientes, garantindo a ventilação cruzada, protegendo espaços ensolarados ou restringindo a visibilidade de certos lugares.
O projeto aprovado pela prefeitura em 1949 sofreu alteração no ano seguinte, a pedido de seus proprietários, que solicitaram a substituição da planta do térreo para a construção de uma “galeria de circulação central com largura de 3,15 metros e lojas dos dois lados”.
No novo projeto, desenvolvido por Plínio Croce em parceria com Roberto Aflalo, o térreo doze lojas e um café, este último na divisa com o Instituto de Previdência do estado de São Paulo, prédio com o qual, o novo edifício se ligaria para criar a galeria.
No espaço antes destinado a duas lojas de porte médio, foram projetadas lojas menores, algumas vitrines, um café e o espaço central de circulação. O desenho da galeria propunha uma ligação simples entre as ruas 7 de abril e Braulio Gomes, bem próximo ao processo que originou a galeria Gutapará. Mas nesse caso, os proprietários dos edifícios eram distintos, as características arquitetônicas e os usos desses espaços também eram completamente diferentes: o prédio do Instituto da Previdência servia a atividades de carácter público e o edifício da 7 de abril atendia aos anseios provados. Porém, ambos compartilhavam o anseio  de transformar os térreos de seus edifícios, acompanhando os novos investimentos nas galerias desejo expresso em documento enviado a Prefeitura: “Trata-se da substituição de plantas a fim de ser subdividido o pavimento térreo em diversas partes, constituindo-se uma galeria à semelhança da “Galeria Guatapará”, “Galeria Rio Branco” e diversas outras existentes no centro da cidade”.

Bibliografia: Aleixo, Cynthia Augusta Poleto - Edificios e Galerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 – Mestrado escola de engenharia de São Carlos.

Lojas da Galeria Ipê


Lojas da Galeria Ipê
No térreo, a presença de vigas de transição, previstas em projeto, amplia os vão entre as linhas de pilares, aumentando os espaços para as lojas. Os jardins internos e as claraboias, dois recursos empregados pelo arquiteto solucionaram as questões referentes à ventilação e iluminação das lojas e sanitários do piso térreo.
A circulação entre os andares foi estabelecida pela localização em uma mesma faixa, da caixa de elevadores e da escada. Em cada andar, um corredor de circulação, desenhado entre a face lateral do prédio e as salas, organiza a distribuição da planta.
O recurso dos pátios de iluminação aparece em várias obras de Plínio Croce como no edifício residencial Biaçá, projeto desenvolvido junto com Roberto Aflalo em 1953 para um investidor imobiliário. No caso do Edifício Ipê, os pátios seriam vedados com elementos vazados, outro elemento característico da arquitetura moderna. Oscar Niemeyer, Afonso Reidy, Francisco Bolonha. Eduardo Corona, Plínio Croce empregaram os combogós de diversas formas: dividindo ambientes, garantindo a ventilação cruzada, protegendo espaços ensolarados ou restringindo a visibilidade de certos lugares.
O projeto aprovado pela prefeitura em 1949 sofreu alteração no ano seguinte, a pedido de seus proprietários, que solicitaram a substituição da planta do térreo para a construção de uma “galeria de circulação central com largura de 3,15 metros e lojas dos dois lados”.
No novo projeto, desenvolvido por Plínio Croce em parceria com Roberto Aflalo, o térreo doze lojas e um café, este último na divisa com o Instituto de Previdência do estado de São Paulo, prédio com o qual, o novo edifício se ligaria para criar a galeria.
No espaço antes destinado a duas lojas de porte médio, foram projetadas lojas menores, algumas vitrines, um café e o espaço central de circulação. O desenho da galeria propunha uma ligação simples entre as ruas 7 de abril e Braulio Gomes, bem próximo ao processo que originou a galeria Gutapará. Mas nesse caso, os proprietários dos edifícios eram distintos, as características arquitetônicas e os usos desses espaços também eram completamente diferentes: o prédio do Instituto da Previdência servia a atividades de carácter público e o edifício da 7 de abril atendia aos anseios provados. Porém, ambos compartilhavam o anseio  de transformar os térreos de seus edifícios, acompanhando os novos investimentos nas galerias desejo expresso em documento enviado a Prefeitura: “Trata-se da substituição de plantas a fim de ser subdividido o pavimento térreo em diversas partes, constituindo-se uma galeria à semelhança da “Galeria Guatapará”, “Galeria Rio Branco” e diversas outras existentes no centro da cidade”.

Bibliografia: Aleixo, Cynthia Augusta Poleto - Edificios e Galerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 – Mestrado escola de engenharia de São Carlos.

sábado, 1 de dezembro de 2012

A Galeria Ipê

Galeria Ipê

Depois de quase duas décadas da construção da primeira galeria e de várias modificações em seu projeto, a Galeria Ipê, entre as ruas 7 de abril e Braulio Gpomes foi finalmente iniciada em 1951. Em 1949, a família Rengel, proprietária de um lote à rua 7 de abril encomendou ao arquiteto Plinio Croce o projeto de um edifício com uma torre de escritório e o térreo para lojas.
No memorial apresentado à Administração Municipal pela Construtora Monteiro Machado Ltda, responsável pela execução da obra, o edifício aparece descrito como “uma construção formada por dois blocos ligados pelo corredor de circulação sendo a área fechada na altura do primeiro andar por uma claraboia, constituindo o teto das lojas. Em cada bloco, formado por dois conjuntos de três salas e sanitários há um poço de iluminação e ventilação dos corredores e sanitários (...) O bloco terá dez andares e o bloco do fundo onze andares (apartamento para zelador e administração do prédio)”. A referência dos blocos respondia à exigência da legislaçãovigente no período (Ato nº 13.66 de 1938), que impedia construções acima de dez pavimentos com fachada para a rua 7 de abril.
Cabe destacar a clareza do projeto, o trabalho com a estrutura moldada e a repetição da planta e materiais na fachada favorece compreensão do conjunto. Os dois blocos que compõem o edifício são simétricos e espelhados através do eixo paralelo à rua, no meio do lote. A fachada para o fundo recuada do limite do terreno recebeu um tratamento homogêneo, com um desenho repetitivo, cadenciado, de espaços opacos (alvenaria) e transparente (janelas contínuas) e com o uso de vãos modulados.
Já a fachada voltada para a rua, exibe um cuidadoso desenho com brises horizontais coloridos por pastilhas cerâmicas azuis e um detalhe no térreo e primeiro pavimento. Esses dois andares foram recuados do limite frontal do lote e, os demais, continuaram no alinhamento. Com isso, uma proteção ao pedestre ficou delineada, com cerca de um metro de profundidade, construindo novamente uma relação de aproximação entre a escala do pedestre e o acasso à área comercial. A presença da marquise a área comercial da escala do pedestre que circula pelas ruas centrais, protege as vitrines e indica um acesso.
Neste caso em especial, a própria situação do lote, proprocionou um desenho especial para a marquise que aparece inclinada a partir da Galeria 7 de abril, edifício vizinho a ipê.
Toda a dimensão do pé-direito foi vedada com vidros, fixos na parte de baixo dos brises e com abertura projetada para a área externa na parte superior. No primeiro pavimento, o desenho singular da fachada e o recuo em relação aos demais andares, marcam uma base diferenciada do conjunto realçando ainda mais o acesso à galeria. A faixa de lambris azul delimita o início as lojas e reforça a separação entre esta e o corpo do edifício.
Bibliografia: Edificios e Gaçlerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50-60 – Aleixo, Cinthya Augusta Poleto – Tese de mestrado- escola de Engenharia de São Carlos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A primeira Galeria do Centro Novo em detalhes

Casa Guatapará

O memorial descritivo do projeto de reforma dava as aberturas existentes conservadas e novo rasgo no concreto armado do forro vedados com vidros Saint Gobain, grantindo assim, uma perfeita iluminação e ventilação nos saguões. No estrangulamento das entradas para o Edifício Guataparazinho, pelas ruas Barão e 24 de Maio, foram colocadas apenas vitrines para manter a largura da passagem praticamente constante ao longo da galeria. A ligação entre as quadras foi projetada de forma direta sem obstáculos e as lojas foram adequadas às dimensões da planta existente por isso foram dispostas de forma irregular, ocupando todo espaço disponível. Elas não apresentam acessos independentes de serviço ou saída de emergência, o que também não era exigido na legislação. Os sanitários foram construídos para atender à galeria, embora algumas lojas os possuíssem, a maioria utilizava o bloco coletivo. Compondo o conjunto e marcando o ritmo da passagem na galeria comercial, foram colocadas colunas postiças e floreiras distribuídas nas paredes laterais sobre o piso de pastilhas cerâmicas.
No edifício original, característico da década de 20, com um tratamento arquitetônico requintado na fachada e vários elementos ornamentais como pequenos portões sobre algumas janeçlas, mísulas decoradas com elementos florais, medalhões e balcões definidos com guarda-corpos de balaústre – grande parte foi conservada. Além das características arquitetônicas, mantiveram-se também as atividades de outrora, as salas continuaram ocupadas por escritórios, agora de profissionais liberais e prestadores de serviços, enquanto o térreo permaneceu com sua característica notadamente comercial, ampliada e remodelada pela galeria. Com a galeria, a dinâmica do edifício foi transformada, o traçado regular e direto e o tratamento arquitetônico datado dos anos 30 atrás o conjunto eclético as novas necessidades e anseios do comércio varejista que estava migrando para o centro novo. A possibilidade de instalar-se a Rua Barão de Itapetininga, uma das mais nobres e famosas ruas da cidade, entusiasmou pequenos comerciantes que viam na locação ou compra de pequenos espaços, como os propostos pela Galeria Guatapará uma possibilidade de estar no Centro Novo.

Bibliografia: Aleixo, Cinthia Augusta Poleto – Edifícios e Galerias Comerciais Arquitetura e Comércio na Cidade de São Paulo, anos 50 -60.