segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tipos de Comércio nas Cidades

Tipos de Ruas de Comércio
Por analogia à definição do comércio não planejado - um conglomerado varejista com
evolução espontânea, desenvolvido, em geral, em locais de concentração demográfica e em torno das interseções das malhas viárias das cidades – os tipos de comércio constantes da são utilizadas para classificar as ruas de comércio em São Paulo.
Rua comercial do centro: é desenvolvida ao redor da região para onde, em geral, convergem os sistemas de transporte público e constitui-se no complexo comercial não planejado mais importante quando nele se concentra a maior oferta varejista, principalmente de lojas especializadas.

Rua comercial de bairro: é o aglomerado comercial formado em interseções e vias de
intensa circulação de transporte coletivo, em bairros residenciais.
Rua comercial de vizinhança: é um aglomerado varejista menor, localizado em torno de vias principais de regiões predominantemente residenciais, formado por um pequeno complexo de lojas direcionadas para a comercialização de produtos de conveniência, como: farmácias, padarias, rotisserias, quitandas, açougues, supermercados, postos de gasolina, lojas de conveniência e lojas de prestadores de serviço, como, por exemplo, agências bancárias, lavanderias, salões de beleza, correios, videolocadoras, copiadoras, chaveiros.
Rua especializada em um tipo de produto e que se dá através de concentração de lojas
Especializar.
Tipos de Lojas
Os tipos de loja são classificados em virtude da quantidade de linhas de produtos23 (Parente, 2000). Os tipos de lojas que reúnem os conceitos que resumem as situações mais recentes, focados no objetivo desta pesquisa, são os seguintes:
Lojas de Especialidade (ou Lojas Especializadas): englobam, em geral, pequenos ou
médios estabelecimentos, localizados em centros comerciais de rua ou shopping centers. São dedicadas à venda de linhas de produtos específicos, oferecendo uma grande variedade de itens. Constituem o maior número de lojas brasileiras e isto se deve à grande variedade de tipos e formatos. Podem posicionar-se nos mais variados segmentos, desde no de loja de presentes sofisticados, para a classe A, até no de loja de confecções femininas, direcionada para a classe D. Variam em dimensões, conforme a necessidade e o mix de produtos.
Lojas de Departamentos: são lojas que oferecem variedade e um grande número de linha de produtos, desde vestuário e acessórios até eletrodomésticos e móveis. Cada linha possui seu departamento separado. Tradicionalmente, as lojas de departamento ofereciam uma linha completa. Mappin e Mesbla foram exemplos clássicos deste formato de loja. As lojas de departamento de linha completa, atualmente, não têm presença na cidade de São Paulo.
Lojas de Departamento de Linha Limitada ou Magazines: são modelos compactos de lojas de departamento que concentram um número menor de departamento. Trata-se de uma tendência atual de lojas, como a Renner, a C&A, a Riachuelo, a Pernambucanas, com conceito de lojas de departamentos, porém de linha limitadas e especializadas em confecções; a Casas Bahia, especializada em móveis e eletrodomésticos. Inclusive, quando ocupam áreas maiores vêm permitindo a introdução do conceito de “megalojas”, como a Loja Ponto Frio e a Loja Tok & Stock (recém inaugurada) na marginal Tietê, assim como a Etna, na Avenida Marginal Pinheiros.


Bibliografia: Tese de Mestrado de Oliveira – Ana Maria de Biazzi Dias – Dinâmica da Rua de Comércio na Cidade de São Paulo - 2006

segunda-feira, 28 de abril de 2014

São Paulo Hilton Hotel

O prédio fica na Av: Ipiranga, 165 quase esquina Av da Consolação e foi construído por Christiani-Nielson  Engenheiros e Construtores S/A. Inaugurado em 1º de outubro de 1971.Atualmente o prédio está desativado e o hotel está funcionando no Brooklin.
Este foi o primeiro hotel internacional de luxo a ser aberto na cidade de São Paulo. Construído pelo Consórcio Scuracehio da família Matarazzo e permaneceu, durante décadas, entre os mais luxuosos da cidade.
Antigo Hilton Hotel no centro de São Paulo
Com 116m de altura e área construída superior a 40 mil m2, foi uma das áreas mais importantes de edificações da cidade. Os números eram alarmantes, mesmo para uma cidade como São Paulo. Em plena década de 70, eram  400 apartamentos, 48 lojas, um cinema para 436 pessoas,instalações para fisioterapia, salão para convenções, salão para banquetes, instalações para televisão, em circuito fechado e sistema da radio e som que permitiram a transmissão de radio, musica estereofônica, mensagens internas e retransmissão para os apartamentos de palestras e conferências que estavam sendo pronunciadas no salão de convenções.
Possuía seu próprio estacionamento com cerca de 300 vagas de garagem para automóveis, lavanderia, marcenaria, departamento de engenharia e gráfica. Além disso, foi o primeiro a ter um sistema de ar condicionado central.
“O São Paulo Hilton foi projetado para refletir a pujança do modernismo da cidade que cresceu 15 vezes neste último século... Inserindo na paisagem nova da capital, o São Paulo Hilton completa uma das áreas arquitetônicas mais modernas da cidade. A torre cilíndrica fornece ampla visão de todos os ângulos.”
No 10º andar foi concebido um jardim suspenso com piscina , um snack bar e área de descanso. O projetopaisagistico foi de Roberto Burle Marx.
Na década de 80 foi reinaugurado o Teatro Hilton, com a ampliação do palco e novas instalações.
A parte cilindirca do projeto onde estão os quartos foi concebida de forma a resolver o problema da circulação racionalmente, pois foram eliminados os grandes corredores, reduzindo deste modo a distância entre os apartamentos e os elevadores sociais.
O apartamento típico tinha 5 metros de frente por 5 metros de largura e previa uma requintada decoração com motivos brasileiros.
A forma de um grande cilindro sempre foi as marca registrada deste projeto. Dois grandes sólidos sobrepostos e a distinção destes pelo tratamento de suas fachadas foi executado com destaque neste edifício. A base, em forma de prisma, com 10 andares, teve com o tratamento de brises horizontais que forneceu proteção às áreas comuns do hotel e a aplicação de mármore branco do Paraná. No grande cilindro foram utilizadas esquadrias de alumínio amodizado e o uso de grandes janelas espelhadas que refletiam a imagem da cidade.
O projeto do Hotel Hilton teve vários atrativos aos hospedes que o procuraram. A piscina e a sala de ginástica (sem os aparelhos eletrônicos) foram consideradas uma das principais inovações deste projeto para a cidade. Alguns anos depois, com a inauguração do Teatro e a abertura das elegantes lojas da galeria no térreo, incorporaram o edifício à vida urbana da cidade.
A vista da cidade em franca expansão em um ângulo de 360º graus apartir do ponto central da cidade desde a década de 70 até nossos dias , não pode ser desprezado na avaliação dos grandes atrativos urbanos.
Mesmo fechado aguardando um comprador, o hotel impressiona pelo ótimo estado de conservação e pela, manutenção de todos os equipamentos e mobiliários da época da sua inauguração. O prédio tem 32 andares, 399 apartamentos sendo 17 suítes além da presidencial e 40.602m2 de área construída.

Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Tropical Palace Hotel

Na Rua da Consolação, onde foi o antigo Cine Odeon, foi projetado um grande conjunto arquitetônico com mais de 96 mil metros quadrados de construção para lojas e hotel contendo quatro subsolos, andar térreo, 2 andares de sobrelojas, um andar social para o hotel, um andar ajardinado e 32 andares para 1.230 apartamentos.
O projeto previa completa infraestrutura nos subsolos com lavanderia, confeitaria, adega, dispensa, cozinha, refeitório para empregados, telefônica e outros serviços.
Estava ainda prevista a construção de 44 lojas no térreo, com mezanino, 192 unidades nas duas sobrelojas e um grande hall para o hotel com cerca de 650m quadrados. “Pela sua localização, na rua da Consolação, que será a avenida mais larga de São Paulo e pela grandiosidade  de suas proporções, este hotel torna-se-a um ponto de atração turística internacional e um ponto de convergência dos homens de negócios de todo mundo.”
A grande inovação do projeto seria o heliponto, destacado na época como “inovação futuramente necessária para plena utilização dos recursos e comodidade do uso.”
O partido adotado de duas lâminas em ângulo reto possibilitou a visão total para todos os apartamentos. O edifício seria um belo conjunto de três grandes blocos interligados por um ajardinamento na base do segundo bloco. O recuo da grande lâmina de 26 andares, recurso já utilizado pelo arquiteto no Edifício Nações Unidas, criaria um maior espaço entre os volumes e leveza ao edifício.
A sobreposição dos volumes e o tratamento distinto de cada um seria o grande marco deste projeto.
O projeto previa a utilização de esquadrias de alumínio, caixilho de ferro para as esquadrias basculantes dos banheiros e pastilhas esmaltadas coloridas.
Arquiteto Abelardo de Souza. Importante arquiteto da arquitetura moderna paulistana, Abelardo soube, como poucos, unir as técnicas disponíveis com projetos belos para a cidade. Radicou-se em São Paulo desde 1939 e aqui desenvolveu sua obra. Com destaque para o edifício Nações Unidas, na Avenida Paulista, em 1953.

Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Hotel Copan virou sede do Bradesco

A entrada principal do prédio é pela Av: Ipiranga o arquiteto idealizador do projeto foi Henrique Mindlin projeto em 1954.
Uma grande curva na cidade saturada de ângulos retos, o edifício Copan, fora considerado um marco da arquitetura moderna de São Paulo. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1951 e desenvolvido pelo arquiteto Carlos Lemos, as obras foram concluídas em 1966.
Com o intuito de construir um complexo hoteleiro, residencial, turístico e de serviços o Copan foi encomendado pela Companhia Panamericana de hotéis e turismo.
Niemeyer idealizou um lugar onde pessoas diferentes pudessem conviver em harmonia. Para isto foram projetadas diversas áreas de convivência, como um cinema, um teatro, um grande restaurante e um hotel de luxo para três mil pessoas.
O hotel conforme a Revista Arquitetura e Engenharia, pretendia resolver “um grande problema de São Paulo especialmente neste ano em que se comemora seu IV Centenário – da acomodação”.
 Edificio Copan e o prédio a frente é a Sede do Banco Bradesco
 O projeto do hotel ficou sob a responsabilidade do arquiteto Henrique Mindlin e seria explorado pela Intercontinental Hotels Corp. de Nova Yorque. O prédio de 26 andares tinha, no térreo, um centro comercial e no segundo e terceiro pavimento eram previstos uma boate, piscina, restaurante e salão de baile.
O projeto ainda tinha grandes inovações tecnológicas, como a de não haver colunas aparentes no bloco de apartamentos, caberia ao 4º andar ser a transição e abrigar os setores administrativos e equipamentos de ar condicionado.
Os apartamentod dispostos na grande lâmina tinham plantas típicas dos grandes hotéis projetados na cidade, com a possibilidade de alteração da decoração interna. O grande destaque está na utilização de shafts comuns a cada dois apartamentos para as primadas hidráulicas.
No entanto, a Companhia Panamericana não conseguiu levar o projeto adiante. O hotel e o teatro nunca saíram do papel.
Considerando que não há aspectos similares entre o projeto do hotel Copan e da atual sede do Banco Bradesco é desnecessário comentar que o projeto interno foi totalmente alterado.
A separação do embasamento neste edifício foi idealizado pelo descolamento da grande lâmina vertical em relação ao bloco inferior. No edifício da sede do Banco Bradesco as linhas mestras do projeto permanecem no projeto feito pelo arquiteto Carlos Lemos.


Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)

terça-feira, 25 de março de 2014

Hotel Comodoro São Paulo

O Hotel fica na Avenida Duque de Caxias, 525 é administrado pela Cia de Hotéis Comodoro – F.R. de Aquino e foi inaugurado em 1952.
Situado em terreno do antigo solar de Dona Olívia Guedes Penteado, a musa do modernismo, foi um marco na construção deste hotel na cidade, no início dos anos 50. Sua inauguração foi um grande momento para a cidade e contou com a presença de grandes personalidades como o Sr. Armando de Arruda Pereira, Governador de São Paulo, o cardeal Arcebispo D. Carlos Carmello Motta, entre outros.
Fachada do Hotel Comodoro São Paulo 
O Hotel possuía um elegante restaurante na sobreloja e outro no andar térreo. Os apartamentos, todos de frente, eram acrescidos de salas de estar particular e eram equipados com trincos elétricos, que permitiam aos hospedes abrir a porta, mesmo da cama. A outra  inovação da época foi que todos os apartamentos se diferenciavam pelo feitio dos móveis e disposição do mobiliário, individualizando os ambientes.
Os apartamentos tinham vista privilegiada para a Estação Julio Prestes.
No campo da hotelaria, foi uma das primeiras iniciativas para os preparativos do IV Centenário da Cidade de São Paulo.
Outro importante mérito do hotel foi a inauguração do terraço em abril de 1972. Localizado a 84 metros de altura tinha vista privilegiada da cidade. Planejado e construído para a realização de convenções, jantares dançantes, desfiles de moda, palestras e coquetéis, o terraço foi ponto de encontro da sociedade paulistana na década de 70.
Painel "Bandeirantes" Portinari
O tratamento das esquinas foi um grande desafio dos projetos dos anos 50.
No Hotel Comodoro, à esquina era ocupada pelo principal apartamento do andar, o apartamento com varanda. Diferente do ritmo pontual das janelas das duas grandes fachadas, a elevação da esquina foi tratada com singularidade.
O maior atrativo recai sobre o painel “Bandeirantes”, de Pontinari, localizado no restaurante do hotel, antigo salão de estar. O pçainel data de 1951 e é uma pintura mural em mosaico. Sua dimensão de 7,63x2,50m. O painel retrata uma preocupação da época onde a arte não deveria ser um privilégio de uma minoria , mas a “alegria e a vida das massas”.
Atualmente o painel foi vendido e esteve exposto na exposição Portinari na BM&F.
Hoje o hotel hospeda as sacoleiras da região da rua José Paulino e luta por melhorias. A venda do painel de Portinari financiará as importantes reformas necessárias ao hotel.


Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)

segunda-feira, 3 de março de 2014

Hotel Esplendor virou moradia popular.

O edifício do Hotel Esplendor não apresentou grandes inovações na Rua General Osório 447 e Guaianazes. Sua implantação foi feita de maneira usual para a época. O tratamento curvo adotado neste projeto foi uma constante em muitos edifícios construídos na cidade naquele período.
Os apartamentos e banheiros conforme artigo da época era espaçoso e alguns possuíam pequenas varandas.
As fachadas foram tratadas com a sobreposição de pequenos volumes. As pequenas varandas, de maneira acanhada, sobressaíram ao pano do grande volume de edifício. Na esquina adotou-se a curva de maneira a suavizar o tratamento e efetuar a transição das duas fachadas.
No embasamento timidamente recuado optou-se pelo uso de grandes caixilhos de ferro.
O Hotel Esplendor foi uma das incógnitas deste trabalho. Hoje de uso residencial, não pudemos apurar até quando o edifício foi sede do hotel.
Os moradores atuais desconhecem a história do edifício e não permitiram a entrada em apartamentos para o registro de fotos.
O prédio, pelo que pudemos constatar, está em plena decadência e em péssimo estado da conservação. Localizado na conhecida “Boca do Luxo” da cidade é vizinho de lojas de peças para motos e artigos para motocicletas.


Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Hotel Flórida, onde o requinte e o bom gosto viveram até 1961

O Edifício Flórida, antigo Hotel Flórida, foi construído no final dos anos 40. Sua escritura data de 13 de dezembro de 1949. O projeto encomendado pela Cia de Hotéis foi construído pela Construtora Camargo, e Pacheco S/A e consolidou  a região da Santa Efigênia como o principal  ligação da Estação da Luz ao Centro Novo.
O edifício, coque.
m 16 andares e 83 apartamentos, foi um marco construtivo na Av Senador Queiroz, possuindo uma privilegiada visão da Avenida Ipiranga e da região da várzea do rio Tamanduateí.
Os apartamentos eram amplos e tinham mobiliário especialmente projetado. Muitas pinturas compunham os espaços e painéis do escultor Di Machi situavam-se no hall de entrada e no restaurante do Hotel.
O volume escalonado foi um marco na estética do projeto do Hotel Flórida. Um recurso adotado na época para maior ganho de altura e aproveitamento do uso do lote, no caso deste projeto o evidencia no entorno da Av Senador Queiroz. O uso de mármore no embasamento dos espaços semi-público também mereceu destaque.
Estado atual de conservação
Em 1961, o hotel foi fechado e o edifício adaptado à habitação coletiva. Muitos apartamentos mantiveram elementos originais do hotel (como luminárias, banheiras, pisos e móveis) e outros foram transformados a gosto dos condôminos. As intervenções no edifício foram poucas. As esquadrias, pisos e elementos de fachada foram mantidos e conservados. Ocorreram melhorias sobre tudo, de infraestrutura que visaram garantir a segurança e a manutenção de um edifício “cinquentão” ao uso moderno de seus habitantes.
A fachada foi pintada, as persianas de madeira deterioradas foram trocadas por PVC, porém estas mudanças procuraram manter as características do projeto, agredida somente pela intervenção de um proprietário que cobriu o terraço intermediário com telhas de cimento que, além de trazer falta de segurança aos moradores e pessoas que circulam na região, desfigurou a fachada original do edifício.
O terreno antigamente ocupado por um restaurante, mantém suas portas fechadas. O acesso ao edifício aos finais de semana foi preservado por um acordo entre moradores e os integrantes da feira do “rolo” para preservarem e não cuparem as calçadas na frente do edifício. O subsolo, antigamente ocupado pela cozinha do hotel está vazio.


Bibliografia: Monteiro – Ana Carla de Castro Alves – Os hotéis da Metrópole- O contexto histórico e urbano da cidade de São Paulo através da produção arquitetônica hoteleira (1940 – 1960)